Foi Neil Young quem falou: “eu preferi escrever um romance, pra justificar o computador”. Não, espera aí. Essa aí quem falou foi a Fernanda Young. A citação do Neil Young é: “It’s better to burn out, than to fade away”.
E é com muita satisfação que anuncio que chegou a hora de ardermos em fogo. Com o sucesso da empreitada, a conquista da malemolência perdida, a total dominação da corda enquanto instrumento de transformação do ser humano, posso encher o peito para dizer: au revoir, ralé!
Foram três meses épicos, quem conferiu o post de ontem pôde sentir novamente o gostinho das sensacionais aventuras. Agora é momento para novos desafios, o céu já não é mais o limite. Álvaro Garnero que se cuide, eu tô pondo o pé na estrada.
Muito obrigado à toda equipe da Corda de Rua, que ajudou a despertar esse gigante dos saltos que estava adormecido em minha psique. E também um abraço todo especial à equipe Chico Barney de Momentos Legais e toda a gama de especialistas essenciais para o desenvolvimento do blog.
O que nos leva a lembrar novamente Neil Young - keep on rockin’ in the free world!
Definitivamente, emoções eu vivi. Mal parece, mas já se foram três meses desde que eu dei o primeiro salto rumo ao desconhecido, naquele que foi o princípio da Corda de Rua no Brasil.
E história pra contar é que não falta - toda essa picardia envolvendo corda, viagens, compromisso com a imprensa e estados alterados de consciência garantirão excelentes ceias de Natal por pelo menos as próximas cinco gerações.
A alardeada busca pela malemolência nos levou por caminhos cheios de desafios e muitas alegrias. De Porto Alegre até Salvador, mais de três milhões de quilômetros percorridos com a corda no pescoço e uma certeza no coração: o próximo salto será sempre melhor.Não perca, amanhã, a conclusão ÉPICA dessa saga. Tentaremos conter as lágrimas…
Quem poderia dizer que a Eutanásia seria tão divertida?
Calma, minha gente… Na Corda de Rua, Eutanásia nada mais é que um salto mortal cuidadosamente assistido por um parceiro dentro do double dutch.
É tudo rigorosamente bem treinado, para que o salto mortal não acabe sendo levado ao pé da letra graças a um crânio fraturado.
Não é indicado para iniciantes, e muito menos para pacientes terminais. Confira os detalhes em mais um vídeo demonstrativo estrelado pelos valorosos pés imortais da Corda de Rua.
Continue comentando essa e outras manobras de extrema periculosidade em nossa comunidade no Orkut e no Flickr. Aproveite também para me seguir no Twitter, se tiver coragem para tanto. Descanse em paz!
O nosso chamado na semana passada deu resultado. Recebemos algumas centenas de vídeos de grandes entusiastas da corda, alguns geniais, alguns absurdos, e outros simplesmente fascinantes.
Exibimos agora nossos dois vídeos favoritos, em mais um episódio da Coleção As Melhores Obras da Corda de Rua.
Isso é arte pura! Percebo claramente algumas referências à obra de Steven Spielberg, e aqui e ali também percebo pitadas de Stanley Kubrick. Sem contar a homenagem nem um pouco velada a Chaplin, com o homem que virou máquina depois de muito pular corda. Tempos Modernos versus Eu, Robô! Certamente uma fita essencial, cortesia das mentes brilhantes de Caíque e Felipe.
Percebem a vibração ‘Flashdance encontra Goonies’? O grande professor Fabiano, lá de Santos, juntou a criançada no ginásio do colégio e mandou ver algumas manobras alucinantes no double dutch. O clima anos oitenta ainda é arrematado com uma trilha sonora pra lá de agitada. Praticamente um clássico da Sessão da Tarde!
A Mostra Áudio-Visual da Corda de Rua só acaba quando termina! Continuem mandando seus vídeos e corram o risco de terminar no Oscar! Mentira, mas mandem mesmo assim.
É um passatempo consagrado por grande parte das mais variadas camadas da sociedade ocidental. Todos os anos, cerca de 2 milhões de seres humanos têm algum tipo de contato com extraterrestres no mundo inteiro – e, consequentemente, em outros mundos também.
Chega a ser um movimento migratório ainda mais agitado que a diáspora que leva centenas de milhares de nordestinos ao sudeste todo mês. Depois do Chupacabra, toda uma cultura em torno desses visitantes de Marte vem ficando cada vez mais popular ao sul do equador.
Assustados com essa modinha mais malévola do que ouvir música emo, a equipe de valorosos pensadores da Corda de Rua estipulou mais uma comparação justa e equilibrada: o que vale mais à pena, pular uma corda maneira ou ser abduzido por extraterrestres de outros planetas?
Confira agora, em mais um programa Briga de Rua, ao vivo e a cores para todo o Brasil.
Corda de Rua vs. Abdução Alienígena
CONFIDENCIALIDADE Corda: em pleno século 21, você não tem motivos para esconder que pula corda. Pelo contrário, todo mundo quer é mostrar o quanto está arrasando em manobras frenéticas como o Frog e o Barney. (nota 10) Abdução: não pega bem no trabalho, não pega bem na família, e principalmente não pega bem no psiquiatra. É melhor ficar quieto. (nota 0)
SOCIABILIDADE Corda: qualquer um acredita que você pulou corda ontem, talvez duvidem que você tenha conseguido fazer essa ou aquela manobra, mas de maneira geral é perfeitamente possível que você tenha pulado corda. (nota 8) Abdução: abduzidos não costumam ser exemplos de sujeitos com grande moral, tampouco vasta prosperidade. Não costumam ser exemplos de coisa alguma, aliás. (nota 0)
PRESCRIÇÃO MÉDICA Corda: se cabeça vazia é a oficina do diabo, pulando corda você aprende a expulsar todos os seus demônios interiores. (nota 10) Abdução: não bastasse todos os problemas que você já tem na vida real, não é de bom alvitre arranjar ainda mais encrenca no espaço sideral (nota 0)
EVOLUÇÃO Corda: em pouco tempo, você já está dominando o Double Dutch e degustando Chinese Wheels pela manhã. (nota 10) Abdução: em um período de duas a seis semanas você está curtindo o serviço de quarto das melhores clínicas psiquiátricas da cidade (nota 0)
SCORE FINAL Corda:38 Abdução:0
Universo em desencanto? A Corda de Rua venceu com louvor mais um embate, provando ser muito mais divertido e desafiador do que ser abduzido por alienígenas. Deixe o desconhecido para a NASA e divirta-se pulando corda daqui até Varginha!
Você já conhece Felipe, e já conhece Caíque. Graças a determinação de ambos, eles saltaram de meros groupies da Corda de Rua a valorosos estagiários da equipe em questão de semanas.
O que você não conhece ainda é o magnífico salto criado por eles. O negócio é tão bom que até a imprensa está em polvorosa.
Se ainda não tivéssemos enjoado da voz dos Jovens Mancebos, estaríamos ouvindo Felipe dizer que o novo salto criado pela dupla foi batizado mancebeira, e é o maior sucesso na quebrada –depois do Salto Barney, lógico.A manobra desafia as leis da física, pois você não pula uma corda na vertical, como estamos acostumados. É um salto na horizontal, de um jeito que apenas astronautas seriam capazes em gravidade zero.
Para executar a manobra, você precisa de pelo menos um amigo. Caíque tem Felipe, e Felipe tem Caíque. E ambos têm Williams. Este é o mancebeira, senhoras e senhores.
Nos vemos no próximo “Conheça sua manobra”. Au revoir, ralé.
Todos conhecem o Air Guitar, popular estilo de tocar guitarra sem usar a guitarra. É mais ou menos como um jornalista que escreve um blog, ele é um jornalista sem usar o jornal.
Baseado nessa frente ideológica, e também no fato de eu precisava filmar no Pelourinho e havia esquecido as cordas no hotel, criei o emocionante Air Corda, um jeito inovador de pular corda sem usar corda alguma.
O truque é criar a ilusão de que você está controlando uma corda com um mero movimento de punhos. O joguete fica mais difícil de ser identificado caso você esteja em locais precariamente iluminados de Salvador.Mais uma prova do quanto a Corda de Rua é democrática. Você já não precisava da rua, agora descobriu que não precisa da corda.
Por via das dúvidas, passe no posto de troca mais próximo e transforme tampinhas em cordas – ainda é mais divertido pular com elas.
Os escritórios das incorporações Corda de Rua Limitada têm recebido dezenas de mensagens via e-mail, fax e telégrafo. “Afinal de contas, GALERE, como eu faço para mandar meus vídeos radicais pulando corda para vocês?”.
Nada tema, juventude. É tudo muito simples.
Você cria uma conta do Youtube. É fácil, é só digitar seu e-mail e inventar uma senha. Na seqüência de eventos, você clilca em UPLOAD, lá em cima, perto do sistema de procura de vídeos, tá ligado? É uma caixinha amarela com UPLOAD escrito em marrom ou laranja, não sei direito qual cor é aquela. Daí basta preencher os dados e enviar o endereço pra gente.
Depois dessa saga, benza Deus! Chama a família, os vizinhos e principalmente os inimigos para te verem brilhando no site mais legal do quarteirão, o Corda de Rua ponto org. Este é o meu clube, bem vindo a ele, como diria aquela propaganda meio brega.
Essa rapaziada malemolente e cheia de suingue do vídeo abaixo é do Rio de Janeiro, e já atendeu ao chamado da Corda de Rua. Tudo bem se você for um pouco mais desengonçado que eles, não se reprima!
Longe da radicalização das ruas, onde o concreto ferve e a paranóia não dá trégua, o decano blogueiro Marmota relembrou alguns bons momentos de uma época mais inocente da corda. Um período em que se pulava corda com lingüiça como diria Felipe Scolari.
Emocionado com o flashback promovido pelo colega, que também é advindo de uma época áurea do blog brasileiro, resolvi juntar o pessoal da firma para voltarmos ao básico. Senhoras e senhores, um pouco de Corda de Rua vintage, exclusivo pra vocês.
Não é de hoje que a humanidade é fascinada pelo que acontece na vida íntima de pessoas importantes, e também das que não são nem um pouco importantes, mas aparecem na TV.O vouyerismo foi inventando no século retrasado, quando um jornalista sem vergonha flagrou indecorosas seqüências de Nietzsche besuntando o próprio bigode em óleo de baleia enquanto escrevia cartinhas de amor para Lou Salomé.
De lá pra cá, malucos bem menos extravagantes caíram na boca do povo, e deram origem a uma nova forma de diversão que acabou virando emprego dos bons: bisbilhotar a vida alheia profissionalmente. Nasceram os paparazzi.
E aí surge a dúvida de todo jovem atualmente: ir para a Califa no final de semana e descolar uns trocados tirando fotos nojentas da Amy Winehouse ou ficar no aconchego do lar, pulando uma corda frenética no parque, perigando encontrar o Vítor Fasano tomando um suco de clorofila de dezessete reais nos arredores do Ibirapuera?
Exterminar dúvidas é nosso segundo hobby, então sejam bem vindos a mais um episódio de Briga de Rua.
Corda de Rua versus Paparazzi
STATUS CORDA: uma tribo cada vez mais destacada na sociedade brasileira. Goza de certas regalias como, por exemplo, não ser má vista pela família real britânica. (nota 10) PAPARAZZI: considerados a escória do mundo por dez entre dez celebridades em ascensão. (nota 0)
CARREIRA CORDA: os novatos começam na corda simples, e são rapidamente admitidos em cargos de chefia dentro do Double Dutch e da Chinese Wheel. Mobilidade grandiosa para jovens executivos esforçados (nota 10) PAPARAZZI: você começa fotografando a nova namorada do Belo e chega ao auge quando recebe gestos pouco afetivos de astros da Malhação (nota 1)
PLANO DE SAÚDE CORDA: a corda em si já é um belo seguro de vida. As pernas ganham um torneamento mais bacana, o coração irriga melhor o sangue e a expectativa de vida bate na casa dos três dígitos. (nota 10) PAPARAZZI: ter que ficar a madrugada inteira acordado atrás de celebridades que levam vidas desregradas, correr o constante risco de ser atropelado por seguranças ruins de braço, ser processado pela família real britânica… (nota 0)
CONFIABILIDADE CORDA: já existem algumas linhas de crédito que aceitam como fiadores apenas puladores de corda (nota 10) PAPARAZZI: um ditado inglês diz: “você não permite entrar na sua casa alguém que tira fotos das suas vergonhas” (nota 2)
SCORE CORDA:40 PAPARAZZI:3
Algumas pessoas podem entender isso como um desabafo de uma celebridade contra os paparazzi, mas escrevi tudo de coração, medindo bem os parâmetros de cada quesito. E como a Amy Winehouse dificilmente sobrevive ao fim de semana, agora você já pode ter certeza - venha para o parque pular corda com o Vítor Fasano.
Dando prosseguimento ao meu rolê pelo mundo livre, no episódio de hoje conheceremos melhor as estâncias e pradarias do digníssimo solo gaúcho.
Conheça juntinho com a gente um pouco mais sobre Porto Alegre em mais um episódio fascinante de Chico Visita, a melhor forma de conhecer o país sem sair de casa. Na tela, bagual!
Os mais atentos poderão conferir que a trilha sonora deste episódio é “S-s-s-so Happy”, primeiro single do MC Sombras, o rapper mais adorado do país. Grande presença!
Por fim, prometemos aos desesperados leitores que esta é a última vez que falamos de Porto Alegre sem publicar as fotos do álbum fechado de Júlia Alvez, musa dos POA Skippers, no Orkut. Continuem ligados!
Com a palavra… Ronald Rios. Responsável pelo maior fuzuê na blogosfera, graças a divertidos vídeos cheios de energia e alegria juvenil, Ronald Rios foi o convidado de honra para o primeiro episódio do nosso talk show da Corda de Rua.
Para o empreendimento, aproveitamos nossa viagem até o Rio de Janeiro para conversar com o garoto de ouro do humor nacional em um agradabilíssimo boteco nos arredores da UERJ.
Estrela que é, Ronald não compareceu sozinho à gravação. Levou a tiracolo uma extensa entourage, composta por seus colegas de colégio Erick “Badalhoca” Gustavo e Pedro “Zé Ninguém” Cohen. Nossa equipe, composta por este Chico Barney que vos escreve e pelo filmmaker número um das celebridades B-Boy Tozzini, curtiu uma agradável tarde carioca, no melhor estilo Vítor Fasano de curtir a vida.
Com vocês, toda a desenvoltura do jovem que rachou a internet ao meio: o pensamento vivo de Ronald Rios!
Diversão para todas as idades, rapaziada. Momentos como estes fizeram valer inclusive episódios constrangedores, como ser confundido com um argentino por um maldito ambulante em Copacabana - ¡Mira que bueno!, disse ele.
Estamos esperando a confirmação da assessoria de Fernando Henrique Cardoso e Caetano Veloso para os próximos episódios do nosso programa. Enquanto isso, continue atento à nossa comunidade no Orkute ao nosso sempre espirituoso Twitter. Nos vemos depois dos comerciais.
Queridos amigos, estimados leitores, estive no último sábado no Rio de Janeiro, especialmente para conhecer a equipe local de Corda na Rua. Como dizem os budistas, a quadragésima vez é a melhor, e minha visita de número 40 (apenas nas últimas semanas) à antiga capital do império foi certamente a minha preferida.
Além de enfim ver in loco a malemolência distinta e cheia de suingue dos puladores cariocas, ainda pude dar uns bons pulos ao lado dessa rapaziada sensacional.
A galera presente no Shopping Tijuca ficou maravilhada. Certamente mais um capítulo para guardar no coração e no cada vez mais belo Álbum de Recordações da Corda de Rua. Até breve, Rio de Janeiro!
A Corda de Rua já fez fama e fortuna com suas sempre elegantes participações nos programas de maior audiência da televisão brasileira. Fomos responsáveis por picos históricos em programas de todo tipo.
No episódio de hoje do nosso show diário, fizemos um apanhado com tudo o que aconteceu de mais emocionante através dos populares raios catódicos. Tente segurar o choro, mãe!
Nossos domingos foram os melhores, principalmente quando pudemos conhecer a Eliana dos dedinhos, ao vivo e a cores. Foi simplesmente sensacional ser empurrado pelo Liminha no palco do SBT, e mais genial ainda sentir de perto o hálito do Faustão.
Também ficamos todos fascinados pela graciosa repórter Mariana Becker, e mais fascinados ainda pela simpática camera-woman do Esporte Espetacular.
Vivemos grandes momentos ao lado de Amaury Jr, inclusive o convidei para uma festa a ser realizada no próximo dia 26, e tenho certeza que ele não vai perder mais essa boca-livre. Também conhecemos o grande Otávio Mesquita, com sua alegria contagiante.
E fica um beijo todo especial para Madalena Bonfiglioli, responsável pelo auge da minha vida adulta. Finalmente conhecer ao vivo a épica repórter de programas de suma importância para minha formação moral, como o Ratinho e o Aqui Agora, foi um momento que realmente jamais esquecerei.
Além dessa turma, ainda teve a rapaziada da tv a cabo, como o bigodudo gente fina do Multishow, o Xis e aquele cara bolado da PLAY TV, a Penélope, que não deixou a gente brincar no MTV Na Rua, mas tudo bem, a gente não guarda rancor. Ela já deve sofrer o suficiente!
Tudo isso pra dizer que eu estou aceitando convites para festas de debutantes, cobro baratinho, preço de ex-BBB. Um abraço!
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Colecas cariocas, a Corda de Rua ataca novamente no Rio de Janeiro! Neste sábado, a partir das 17:00 horas, no espetacular Shopping Tijuca! É a primeiríssima apresentação de Chico Barney no estilo Corda de Shopping, promessa de muitas emoções para todas as idades. Não percam!
Guilherme Valadares é famoso por manter um site cheio de ninfetas alucinadas e sedentas por sexo, ao passo que o Papo de Homem é um dos pontos obrigatórios dentro da assim-chamada-blogosfera brasileira.
Nossa equipe flagrou o rapazote exibindo suas próprias curvas, em um momento bem íntimo do recente EBP 2008.
Confira o flagra da Corda de Rua aquecendo mais um blogueiro desassistido.